Literatura de bolso juvenil:


"Eu pensava que máscara não era produto de pecado, proteção degenerativa. É que o costume de viver com elogios por todo lado acostuma a não se aceitar os defeitos naturais. Ser ridículo às vezes é necessidadede, mostrar que a perfeição é toda perfurada pelo fato de nós não sermos tão normais. A timidez era arma para não falar de simples modo. Foi quando eu conheci uma pessoa que ao invés defalar bonito, prefere falar com cunhos originais. Ela sem querer envergonhar os modelos de beleza que têm a frieza de conviver com as coisas não profissionais."





Fábio Campos Coelho, estudante de administração da UFG

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